Regulamento do concurso "Uma mascote para as bibliotecas do agrupamento"
REGULAMENTO
Descrição e objectivos do concurso
1. O Concurso para a criação da “Mascote das BE’S ” é uma iniciativa das bibliotecas escolares do agrupamento de escolas de Almeida em articulação com o departamento de expressões e as áreas curriculares não disciplinares (área de projecto e estudo acompanhado);
2. Este concurso visa estimular a participação dos alunos na criação de uma mascote para as BE’S e escolha do respectivo nome;
Destinatários
1. O concurso destina-se a todos os alunos do agrupamento.
Especificações do Concurso
1. A participação é individual, ainda que os trabalhos possam ser realizados em contexto de sala de aula;
2. Cada concorrente poderá apresentar mais do que um trabalho, desde que respeite o presente regulamento;
3. Os trabalhos deverão ser executados em desenho a cor, em folha branca, com formato A4.
4.A mascote tem como ponto de partida o livro e a leitura.
Entrega dos trabalhos
1. Todos os trabalhos deverão ser entregues na biblioteca escolar até ao dia 21 de Fevereiro, pelas 17 h;
2. Cada trabalho deverá ser acompanhado por uma ficha de caracterização que contenha:
a) Identificação da escola;
b) Identificação do autor: nome completo, ano de escolaridade, idade e morada;
c) Nome da mascote escrito numa folha separadamente.
Nota: mascote é o nome dado a um animal, pessoa ou objecto
animado escolhido como representante visual ou identificador de
uma marca ou evento. in “Wikipédia”
Avaliação dos trabalhos
1. O júri do concurso reunirá para avaliação dos trabalhos com base nos seguintes critérios:
• Adequação ao tema proposto;
• Criatividade;
• Expressividade e originalidade.
2. O júri do concurso será constituído por 5 elementos:
Representante da Direcção;
Representante equipa da biblioteca (2);
Representante dos professores do departamento de expressões;
Representante da associação de estudantes.
3. Os trabalhos têm de ser originais, nunca apresentados em outros concursos;
4. A decisão do júri é soberana, não sendo admitido recurso.
5. O júri do concurso terá até ao dia 25 de Fevereiro para avaliar os trabalhos e decidir sobre a classificação final;
6. A mascote vencedora será estampada em camisolas, podendo ser ainda utilizada em inúmeras situações (publicações, artigos ou outros suportes promocionais).
Prémios
1. Serão premiados os três primeiros classificados e o primeiro lugar corresponderá à “Mascote das BE’S “
2. Será ainda premiado o vencedor do melhor “Nome” para a Mascote, com um prémio surpresa, que poderá não coincidir com o trabalho vencedor;
3. Todos os participantes receberão um certificado de participação no concurso.
Resultados
1. A entrega dos prémios ocorrerá na biblioteca em data a indicar, com a
exposição simultânea de todos os trabalhos.
Divulgação dos resultados
1. Os resultados serão divulgados pela Biblioteca Escolar.
Disposições finais
21. A inscrição no concurso implica a aceitação por parte dos concorrentes de todas as normas expressas no presente regulamento
22. Todas as situações não contempladas por este regulamento serão decididas caso a caso.
A equipa das BE’S O Presidente da CAP:
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
Miguel Torga
Escritor do mês: JANEIRO

Sísifo
Recomeça...
Se puderes,
Sem angústia e sem pressa.
E os passos que deres,
nesse caminho duro
do futuro,
dá-os em liberdade.
Enquanto não alcances
Não descanses.
De nenhum fruto queiras só metade.
E, nunca saciado,
Vai colhendo
Ilusões sucessivas no pomar
E vendo,
Acordado,
O logro da aventura.
És homem, não te esqueças!
Só é tua a loucura
Onde, com lucidez, te reconheças.
Miguel Torga
(pseudónimo de Adolfo Correia Rocha)
Nasceu em São Martinho de Anta, a 12 de Agosto de 1907, faleceu em Coimbra, a 17 de Janeiro de 1995. Foi um dos mais importantes escritores portugueses do século XX, considerado, por alguns, o poeta português mais importante do século XX.
BIO E POEMAS
Sísifo
Recomeça...
Se puderes,
Sem angústia e sem pressa.
E os passos que deres,
nesse caminho duro
do futuro,
dá-os em liberdade.
Enquanto não alcances
Não descanses.
De nenhum fruto queiras só metade.
E, nunca saciado,
Vai colhendo
Ilusões sucessivas no pomar
E vendo,
Acordado,
O logro da aventura.
És homem, não te esqueças!
Só é tua a loucura
Onde, com lucidez, te reconheças.
Miguel Torga
(pseudónimo de Adolfo Correia Rocha)
Nasceu em São Martinho de Anta, a 12 de Agosto de 1907, faleceu em Coimbra, a 17 de Janeiro de 1995. Foi um dos mais importantes escritores portugueses do século XX, considerado, por alguns, o poeta português mais importante do século XX.
BIO E POEMAS
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
Dinamização de leitura em contexto escolar - Projecto de leitura "Tapete mágico"
No âmbito da leitura orientada em contexto de sala de aula das obras PNL, em articulação com a BE e o centro lúdico, têm surgido trabalhos muito interessantes que divulgaremos ao longo do ano. O trabalho colaborativo das BE’S do agrupamento com o centro lúdico de Vilar Formoso tem vindo a dar os seus frutos e isso verifica-se na realização de vários trabalhos de expressão plástica, de expressão escrita e também no aumento de requisições de livros registadas já no primeiro período. A equipa da biblioteca agradece a colaboração e o envolvimento de todos (as) e felicita-os (as) pelo trabalho desenvolvido em torno da leitura.
A semente que agora foi deitada à terra há-de germinar e será gratificante verificar que valeu a pena todo o trabalho colaborativo. Resta-nos continuar. As bibliotecas do agrupamento e a equipa da biblioteca continuarão a desenvolver esforços no sentido de prestarem um serviço de qualidade a toda a comunidade.
“O espantalho enamorado”, de Guido Visconti
Trabalho realizado a partir do conto
"O rato de Alexandria" da obra "O livro que falava com o vento e outros contos", de José Jorge Letria
Ficha de leitura de "A noite de Natal", de Sophia de Mello Breyner Andresen
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
domingo, 12 de dezembro de 2010
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
terça-feira, 30 de novembro de 2010
Fernando Pessoa
Escritor do mês: NOVEMBRO

Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes,
mas não esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo.
E que posso evitar que ela vá a falência.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história. É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma . É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida. Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si mesmo. É ter coragem para ouvir um 'não'. É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.
Pedras no caminho? Guardo todas, um dia vou construir um castelo...
Fernando Pessoa
(Lisboa, 13 de Junho de 1888 - Lisboa, 30 de Novembro de 1935)
BIO
POEMAS
Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes,
mas não esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo.
E que posso evitar que ela vá a falência.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história. É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma . É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida. Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si mesmo. É ter coragem para ouvir um 'não'. É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.
Pedras no caminho? Guardo todas, um dia vou construir um castelo...
Fernando Pessoa
(Lisboa, 13 de Junho de 1888 - Lisboa, 30 de Novembro de 1935)
BIO
POEMAS
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
Pequeno almoço com magia
Para começar o dia com inspiração, a BE colocou à disposição de todos os membros da comunidade educativa caixinhas repletas de frases escritas por personalidades ilustres da filosofia, literatura, ciência, etc. (Fernando Pessoa, Einstein, Descartes, Kant,etc).
domingo, 7 de novembro de 2010
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
Jorge Serafim nas bibliotecas do Agrupamento de escolas de Almeida
No âmbito da comemoração do "Mês internacional das bibliotecas escolares", esteve presente nas bibliotecas do Agrupamento de Escolas de Almeida o contador de histórias Jorge Serafim que encantou os pequenotes e todos os que estiveram presentes.
É muito talento!
É muito talento!
domingo, 10 de outubro de 2010
Eugénio de Andrade
Escritor do mês: OUTUBRO

POEMA À MÃE
No mais fundo de ti,
eu sei que traí, mãe
Tudo porque já não sou
o retrato adormecido
no fundo dos teus olhos.
Tudo porque tu ignoras
que há leitos onde o frio não se demora
e noites rumorosas de águas matinais.
Por isso, às vezes, as palavras que te digo
são duras, mãe,
e o nosso amor é infeliz.
Tudo porque perdi as rosas brancas
que apertava junto ao coração
no retrato da moldura.
Se soubesses como ainda amo as rosas,
talvez não enchesses as horas de pesadelos.
Mas tu esqueceste muita coisa;
esqueceste que as minhas pernas cresceram,
que todo o meu corpo cresceu,
e até o meu coração
ficou enorme, mãe!
Olha — queres ouvir-me? —
às vezes ainda sou o menino
que adormeceu nos teus olhos;
ainda aperto contra o coração
rosas tão brancas
como as que tens na moldura;
ainda oiço a tua voz:
Era uma vez uma princesa
no meio de um laranjal...
Mas — tu sabes — a noite é enorme,
e todo o meu corpo cresceu.
Eu saí da moldura,
dei às aves os meus olhos a beber,
Não me esqueci de nada, mãe.
Guardo a tua voz dentro de mim.
E deixo-te as rosas.
Boa noite. Eu vou com as aves.
Eugénio de Andrade, in "Os Amantes Sem Dinheiro"
pseudónimo de José Fontinhas
(Póvoa de Atalaia, 19 de Janeiro de 1923 — Porto, 13 de Junho de 2005) foi um grande poeta português.
BIO
POEMA À MÃE
No mais fundo de ti,
eu sei que traí, mãe
Tudo porque já não sou
o retrato adormecido
no fundo dos teus olhos.
Tudo porque tu ignoras
que há leitos onde o frio não se demora
e noites rumorosas de águas matinais.
Por isso, às vezes, as palavras que te digo
são duras, mãe,
e o nosso amor é infeliz.
Tudo porque perdi as rosas brancas
que apertava junto ao coração
no retrato da moldura.
Se soubesses como ainda amo as rosas,
talvez não enchesses as horas de pesadelos.
Mas tu esqueceste muita coisa;
esqueceste que as minhas pernas cresceram,
que todo o meu corpo cresceu,
e até o meu coração
ficou enorme, mãe!
Olha — queres ouvir-me? —
às vezes ainda sou o menino
que adormeceu nos teus olhos;
ainda aperto contra o coração
rosas tão brancas
como as que tens na moldura;
ainda oiço a tua voz:
Era uma vez uma princesa
no meio de um laranjal...
Mas — tu sabes — a noite é enorme,
e todo o meu corpo cresceu.
Eu saí da moldura,
dei às aves os meus olhos a beber,
Não me esqueci de nada, mãe.
Guardo a tua voz dentro de mim.
E deixo-te as rosas.
Boa noite. Eu vou com as aves.
Eugénio de Andrade, in "Os Amantes Sem Dinheiro"
pseudónimo de José Fontinhas
(Póvoa de Atalaia, 19 de Janeiro de 1923 — Porto, 13 de Junho de 2005) foi um grande poeta português.
BIO
terça-feira, 5 de outubro de 2010
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
Visita virtual aos nossos museus e monumentos
Agora já é possível visitar virtualmente monumentos em Portugal, com a qualidade que se pode testemunhar abrindo os links seguintes. Utilize as setas para ver tudo em 360 graus, os sinais + ou – para ampliar ou reduzir detalhes, e estender a visita a outras salas ou locais carregando nos alvos (em vermelho).
Links directos:
Mosteiro dos Jerónimos - Lisboa
Convento de Cristo - Tomar
Mosteiro da Batalha
Mosteiro de Alcobaça
Links indirectos:
(depois de entrar na página clicar em cima à direita no link VISITA VIRTUAL)
Fortaleza de Sagres
Mosteiro Santa Clara Velha - Coimbra
Mosteiro de São Martinho Tibães - Braga
Museu Grão Vasco - Viseu
Museu Nacional do Azulejo - Lisboa
Museu Nacional de Arte Antiga - Lisboa
Palácio Nacional da Ajuda - Lisboa
Museu Soares Dos Reis - Porto
Palácio Nacional de Mafra
Palácio Nacional de Queluz
Palácio Nacional de Sintra
Torre de Belém - Lisboa
Links directos:
Mosteiro dos Jerónimos - Lisboa
Convento de Cristo - Tomar
Mosteiro da Batalha
Mosteiro de Alcobaça
Links indirectos:
(depois de entrar na página clicar em cima à direita no link VISITA VIRTUAL)
Fortaleza de Sagres
Mosteiro Santa Clara Velha - Coimbra
Mosteiro de São Martinho Tibães - Braga
Museu Grão Vasco - Viseu
Museu Nacional do Azulejo - Lisboa
Museu Nacional de Arte Antiga - Lisboa
Palácio Nacional da Ajuda - Lisboa
Museu Soares Dos Reis - Porto
Palácio Nacional de Mafra
Palácio Nacional de Queluz
Palácio Nacional de Sintra
Torre de Belém - Lisboa
terça-feira, 20 de julho de 2010
quarta-feira, 16 de junho de 2010
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